Short lecture on happiness and contentment: Check out what you do have and be satisfied with it for today. There is an infinite list of what you could want and don’t have. I like Shakespeare’s line in the play Hamlet, when the young prince tells us that “I could be bounded in a nutshell and count myself king of infinite space.” The trick is what one emphasizes. We either make ourselves miserable, or we make ourselves happy. The amount of work is the same. -Carlos Castaneda
Este blogue nada mais é do que uma série de considerações sobre a vida, histórias e sonhos, tudo sob a ótica de um Produtor Editorial, Cartunista, Desenhista, Locutor, Professor e Ornitorrinco em busca de seu Grande Romance (Sul)Americano
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11.07.2011
11.22.2010
Um dia a casa cai
Meu banheiro tá caindo e eu provavelmente vou morrer numa grana com uma obrinha. E isso ao final do ano. Não podia ser pior.
E o meu técnico do computador, que pegou o dito cujo pra limpar e incrementar memória e agora sumiu? Me mandou um emeio há duas semanas dizendo que tava tudo pronto, mas não deu mais notícias desde então.
E eu que procurei, procurei e procurei alguém pra webdesingear o site do ornitorrinco, mas vou ter que morrer numa graninha todo o mês por conta de manutenção?
O dinheiro sempre sai, mas entra com uma dificuldaaade...
E o meu técnico do computador, que pegou o dito cujo pra limpar e incrementar memória e agora sumiu? Me mandou um emeio há duas semanas dizendo que tava tudo pronto, mas não deu mais notícias desde então.
E eu que procurei, procurei e procurei alguém pra webdesingear o site do ornitorrinco, mas vou ter que morrer numa graninha todo o mês por conta de manutenção?
O dinheiro sempre sai, mas entra com uma dificuldaaade...
Referências
Considerações,
Grandes Verdades do Mundo
11.17.2010
Sobre a Rádio.
Não que alguém leia ou mesmo dê falta. Mas é só o meu PC voltar do conserto (um mês, cara, um mês) com memória nova tinindo que eu vou voltar a publicar a rádio. É bom pra praticar o que eu tou aprendendo na Escola de Rádio e é bom pra montar 'portfólio' de rádio, sabe? Tentar uma vaguinha de locutor no futuro. Quem sabe?
Um humor fofinho hoje. Não muito bom... mas fofinho ainda assim.
Um humor fofinho hoje. Não muito bom... mas fofinho ainda assim.
Referências
Considerações,
fofurice aguda,
música,
rádio caixa de mensagens,
trilhas sonoras,
youtube
11.11.2010
É bom pro desabafo.
Semana mimimi. Tem momentos em que é extremamente necessário.
Sabe, eu tenho muitas idéias na cabeça, mas nem sempre surge a iniciativa para pô-las em prática. Talvez seja por isso que eu me irrite tanto quando vejo pessoas que eu conheço e não ia muito com a cara, fazendo coisinhas bacanas com reconhecimentos generalizados e etc. A quem eu estou enganando, né? Nem precisa ser uma pessoa com quem eu não fosse muito com a cara, não. Basta ser só alguém da minha idade ou mais novo do que eu, fazendo coisas legais. Invejinha mesmo. Enfim... suck it up.
O que eu posso fazer é continuar procurando força de vontade o suficiente pra me fazer fazer alguma coisa. Seja o menor rabisco ou o menor parágrafo.
Mas é fato que eu achei que sendo professor de inglês eu iria fugir de relatórios chatos. Claramente eu não sabia nada sobre o que envolve ser um professor de inglês. Parabéns, dude!
Mas eu sempre posso contar com banalidades como essa pra me tirar desse estado morguento e mimizento que eu me encontro:
O que me fez descobrir esta música I-RA-DA-ÇA (no kidding, eu achei irada mesmo):
(é, eu sou doido. aguenta)
Claro que ela também melhora meu ânimo infinitamente. C'est l'amour.
Referências
All you need is love,
Considerações,
Doutor,
Me sentindo mulherzinha,
Vídeos
11.04.2010
Rio Comic Con
Os ingressos antecipados para a Rio Comic Con esgotaram. Huh. Who would've guessed? ¬_¬'
Eu que não sento em nenhuma poltrona depois da palestra do Manara. Hah!
Eu que não sento em nenhuma poltrona depois da palestra do Manara. Hah!
Referências
Ai meu Bolso,
Considerações,
Gênios dos Quadrinhos
10.15.2010
Dia do Professor.
Meu primeiro dia do professor como professor. Meus alunos poderiam me dar um presentaço e faltar hoje, né não? =/
Em notícia não relacionada, peguei pra assistir os dois primeiros episódios da nova temporada de Dexter. Não sei porque, mas eu adoro essa série. Não rola aquela identificação bizarra com o personagem principal, mas rola uma coisa meio tensa. Não sei explicar, os episódios me deixam incrivelmente triste, mas eu acabo gostando deles.
Dexter é um personagem sem redenção. Talvez seja isso...
De resto, eu não fui no tal SWU (graças a Deus), mas gostaria de ter visto só um show: O da Regina Spektor. Muito fofa. Pena que não rolou nenhuma outra apresentação em qualquer outro lugar que não fosse aquela maldita fazenda em Itu. Pena.
Em notícia não relacionada, peguei pra assistir os dois primeiros episódios da nova temporada de Dexter. Não sei porque, mas eu adoro essa série. Não rola aquela identificação bizarra com o personagem principal, mas rola uma coisa meio tensa. Não sei explicar, os episódios me deixam incrivelmente triste, mas eu acabo gostando deles.
Dexter é um personagem sem redenção. Talvez seja isso...
De resto, eu não fui no tal SWU (graças a Deus), mas gostaria de ter visto só um show: O da Regina Spektor. Muito fofa. Pena que não rolou nenhuma outra apresentação em qualquer outro lugar que não fosse aquela maldita fazenda em Itu. Pena.
Referências
absurdos,
Considerações,
fofurice aguda,
música,
Seriados
9.16.2010
Mais uma da série
Atuais sonhos de consumo:
Essa camisa aqui. Essa aqui também, apesar d'eu não ter planos para ser um Ex. Quanto mais maligno. Este jogo. Esse aqui também, mas antes disso eu preciso disso aqui. E de um ingresso pra este filme.
E não tem muito mais coisa não. Depois que eu consegui o meu pingüim de geladeira eu tenho me sentido bem raso, confesso.
Essa camisa aqui. Essa aqui também, apesar d'eu não ter planos para ser um Ex. Quanto mais maligno. Este jogo. Esse aqui também, mas antes disso eu preciso disso aqui. E de um ingresso pra este filme.
E não tem muito mais coisa não. Depois que eu consegui o meu pingüim de geladeira eu tenho me sentido bem raso, confesso.
Referências
Ai meu Bolso,
Considerações,
Vida
9.15.2010
Cansado
Eu só queria saber quando é que os Zumbis e os Vampiros vão sair de moda?
Quero dizer, tem tantas outras lendas e monstros com appeal por aí, mas todo mundo só foca nos mesmos vampiros ou zumbis. Qual é a dessa tara por mortos-vivos a final de contas? Seria boa parte do mundo secretamente necrófila e eu não fiquei sabendo?
Também não é como se esses dois monstros sejam os únicos com algum tipo de apelo para um determinado público (geralmente zumbis são azuis e vampiros são rosinha). Mas eu acredito que, por exemplo, um Monstro do Pântano possa ser igualmente atraente para qualquer gênero ou faixa etária. Pode-se escrever algo pretensamente profundo e sentimental, mas sem agredir aos "cânones originais da lenda" e pimba! Sucesso certo! Ainda mais se escolherem o próximo galã pós-adolescente pra interpretar um dos personagens principais. Here's the pitch:
Até que depois nós descobrimos que ele é o único monstro do pântano existente, incubido de proteger um portal dimensional que existe exatamente onde sua casa foi construída e que o clímax do filme é quandoBella Bianca precisa escolher entre salvar o mundo, o amor de Pan (o monstro do Pântano), o amor de Tuta (a múmia adolescente de 567 anos) e o seu gato. O final eu ainda não decidi, mas estou tendendo a fazer com que ela escolha criar o gato junto com a sua amiga Renata e virar um casal de lésbicas num universo alternativo.
Quero dizer, tem tantas outras lendas e monstros com appeal por aí, mas todo mundo só foca nos mesmos vampiros ou zumbis. Qual é a dessa tara por mortos-vivos a final de contas? Seria boa parte do mundo secretamente necrófila e eu não fiquei sabendo?
Também não é como se esses dois monstros sejam os únicos com algum tipo de apelo para um determinado público (geralmente zumbis são azuis e vampiros são rosinha). Mas eu acredito que, por exemplo, um Monstro do Pântano possa ser igualmente atraente para qualquer gênero ou faixa etária. Pode-se escrever algo pretensamente profundo e sentimental, mas sem agredir aos "cânones originais da lenda" e pimba! Sucesso certo! Ainda mais se escolherem o próximo galã pós-adolescente pra interpretar um dos personagens principais. Here's the pitch:
Ao descer do banco de trás do carro de seus pais, Bianca sentiu-se a pior pessoa da Terra. Já era ruim o suficiente ter que largar o único lugar onde era minimamente conhecida e ter deixado para trás todos os seus amigos e, claro, os eventuais puxa-sacos para se mudar para um outro estado, agora esse estado tinha que ser justamente Mato Grosso? Nada poderia haver de divertido ali para uma menina tipicamente urbana, vindo diretamente de São Paulo. Já começava a desejar que o pai não tivesse aceitado o novo emprego numa empresa agrícola, mas como ele mesmo dizia, o dinheiro era bom e, no futuro ela poderia voltar a São Paulo para cursar a faculdade! Era justamente nesse sonho que ela se agarrava, mas estando prestes a fazer dezesseis anos e entrando na primeira série do segundo grau, a faculdade ainda era um sonho distante.
(...)
- Você não devia falar com ele!
- Porquê não? - PerguntouBellaBianca
- Tudo bem, ele é gato, eu admito! Mas também é muito estranho...!
- Como assim? Só porque ele é filho de pescadores?
- Ele diz que é filho de pescadores. Mas apesar de saberem que ele mora numa casa perto do pântano que fica nos arredores da cidade, ninguém nunca, sequer, em momento algum, jamais viu os pais dele...
- E daí? Vai ver eles são muito ocupados, ou não gostam muito de sair de casa. Quem sabe até estejam doentes e...
- Bianca, acorda! - Exclamou Renata - Ele mora sozinho, numa casa perto de um pântano e, convenhamos, parece um pouco mais velho do que dezesseis anos! Vai que ele é um pedófilo que se disfarça de adolescente pra comer menininhas inocentes como nós?
- Tá querendo enganar quem, Renata? Metade do colégio já sabe que você deu pra outra metade! E ainda teve aquele professor que foi expulso no ano passado! Pedofilia é a última coisa na sua cabeça neste momento, eu acho!
(...)
Assustada ao ver como a noite caiu rápido, Bianca agora estava caminhando pelo pântano com água nos joelhos. Ela se arrependia de ter tirado a sandália cara que usava porque agora estava morrendo de nojo do lodo que atravessava os dedos dos seus pés enquanto caminhava em direção à única luz que conseguia ver no meio daquela escuridão. A água era gelada e doía nos ossos, mas ou ela enfrentava aquilo agora ou morria no meio daquele pântano imundo, e morrer nunca foi uma opção pra ela.
Repentinamente, um vulto passou por trás dela que a deixou imobilizada. Não sabia se era só impressão ou algo de verdade, mas preferiu não arriscar. Os únicos movimentos que ela fazia era o tremer de frio... então algo áspero passou por sua perna. Ela gritou. Gritou como nunca havia gritado na vida. De medo, de horror, de raiva e balançou os braços a esmo, largando as sandálias caras na água e correndo o máximo que a água e o lodo a deixavam correr. Depois de alguns poucos metros, quando ela finalmente conseguiu olhar para trás, viu um tronco boiando em sua direção. Ela chegou a respirar aliviada e se sentir boba por ter medo de um simples pedaço de madeira... um pedaço... de madeira que... boiava em sua... direção? De repente, o pedaço de madeira piscou e duas bolinhas amarelas olhavam fixamente pra ela na escuridão e avançavam lentamente.
Morrer não era uma opção, mas naquela momento, Bianca finalmente se conveceu que morrer definitivamente não era questão de escolha. Pelo menos, a escolha não cabia a ela desta vez!
(...)
- Mas Tuta, ele me salvou naquela noite! - A voz de Bianca saía fraca por causa do choro. Tuta tinha sido um dos seus primeiros amigos no colégio novo e ela nunca o tinha visto ser grosso daquele jeito.
- Você já parou pra pensar que ele pode ter armado aquilo pra te salvar? Hein?
- Porquê? É o tipo de coisa que você faria "braço-torto"? - Disse uma terceira voz.
- Ah, claro! - Exclamou Tuta - Perfeito! Agora ele está aqui pra te salvar de novo, não é? - Ele apontou para Pan, cujo o cabelou brilhava no sol. Bianca nunca havia reparado, mas quando o sol batia no cabelo de Pan, o filho de pescadores, parecia que os fios mudavam de cor. E o movimento deles quando o rapaz caminhava lembravam o movimento que algas faziam no fundo do mar.
- Bianca, acorda! - Pan disse.
- O-oi? - Ela estava praticamente dormindo acordada.
- Esse cara está te incomodando?
- Pan, deixa disso! Ele é meu amigo!
Dava pra cortar a tensão sexual entre os três com uma faca cega.
Até que depois nós descobrimos que ele é o único monstro do pântano existente, incubido de proteger um portal dimensional que existe exatamente onde sua casa foi construída e que o clímax do filme é quando
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